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sexta-feira, 12 de março de 2010

Comer Peixe



Peixe que nao come racoes.Cuja medida do sucesso e a saude dos predadores. e que limpa as aguas poluidas. Alem do mais e delicioso!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Evite estes Peixes - Lista da Greenpeace

Alabote Hippoglossus hippoglossus
Alabote da Gronelândia Reinhardtius hippoglossoides
Atum patudo Thunnus obesus
Atum rabilho Thunnus thynnus
Atum do sul Thunnus maccoyii
Albacora Thunnus albacares
Atum voador Thunnus alalunga
Bacalhau do Atlantico Gadus morhua
Camarões Parapenaeus longirostris - Metapenaeus monoceros - Litopenaeus vannamei - Penaeus monodon
Espadarte Xiphias gladius
Linguado europeu Solea solea
Peixe espada branco Lepidopus caudatus
Peixes vermelhos Sebastes marinus - Sebastes mentella - Sebastes fasciatus
Pescada branca Merluccius merluccius
Pescada da Nova-Zelândia/Chile Merluccius australis
Pescada argentina Merluccius hubbsi
Pescada da Africa do Sul Merluccius capensis
Pescada da Namíbia/do Cabo Merluccius paradoxus
Raias Dipturus batis - Dipturus laevis - Rostroraja alba - Atlantoraja castelnaui - Leucoraja melitensis
Salmão Salmo salar
Solha americana Hippoglossoides platessoides
Tamboris Lophius americanus - Lophius piscatorius - Lophius budegassa
Tubarões:
Cação Galeorhinus galeusTubarão anequim Isurus oxyrhinchus
Tintureira Prionace glauca
Cação galhudo/melga Squalus acanthias
.Este são os peixes que a Greenpeace Portugal, diz que não devemos consumir. Ou porque estão ameaçados de extinção, ou porque o tipo de pesca não é sustentável, provocando a destruição do fundo marinho ou a morte de outras espécies.
Por exemplo: por cada quilo de camarão capturado, pelo menos 10 quilos de outras espécies são atiradas ao mar mortas ou moribundas. Algumas destas espécies são tartarugas em perigo de extinção.
E os tanques para camaroes detruiram o mangal que protege as terras dos maremotos. E se congelados provavelmente foram descascados por escravos algures num daqueles paises que nos sabemos.
Alem de o marisco levar um aditivo toxico ao congelar. Se quiser mesmo comer marisco congelado deite fora a primeira agua de fervura.
Mais vale ser vegetariana. E ter um jardim comestivel como eu.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Agua Mesmo Potável


Uma das recomendações mais importantes para quem queira recuperar ou manter a saúde é beber água de boa qualidade.

Ora com a desculpa da Deusa HigieneMal Entendida têm andado a impôr-nos muitos disparates.

Parece que até a gastronomia típica portuguesa está em risco de tanto extremismo no culto à Deusa Higiene Mal Entendida.

Mas voltemos à qualidade da água que é o principal componente dos nossos corpos.

Por causa do tal culto à Deusa Higiene Mal Entendida se não morremos do mal morremos da cura.

Nós vivemos em simbiose com milhões de bactérias e outros microorganismos amigos dentro do nosso corpo.

Mas para prestar culto à Deusa Higiene Mal Entendida pretendem obrigar-nos a matar todos estes nossos amigos.

E então poluem a nossa bela água com bactericidas como o cloro e sabe-se lá mais o quê.

Mas isto pode ser feito de uma forma sábia em vez deste estúpido deslumbramento com a Deusa Pseudo-Ciência.

Dou como exemplo o tratamento das águas na Eslovénia. Este pequeno país da Europa Central é muito rico em nascentes e rios. Aqui a água é tratada com o merecido respeito e sabedoria.

Por exemplo em Maribor, a 2ª maior cidade do país, a captação é feita directamente no rio Drava. Depois fica armazenada em poços artificiais numa ilha bem florestada. E vigiada para não haver contaminação.

Antes de ser distribuida é tratada apenas por processos naturais. São decantações sucessivas e arejamento por correr em cascatas no interior do laboratório.

Como indicadores de potabilidade usam pequenos peixes em tanques atravessados por estas águas.

As correcções só acontecem pela observação destes peixes, à vista desarmada.

Até têm um outro peixe para controlar a água que dá um sinal sonoro de alarme.

Esta é umas das muitas coisas simples e boas que nos deixou a investigação científica de qualidade na antiga União Soviética.

Coisas feitas com simplicidade, segundo a minha muito amada Sagrada Lei do Menor Esforço.

domingo, 26 de agosto de 2007

O nenúfar e os peixes



Tenho andado mesmo encantada com a vida no meu lago.

Foi o meu avô quem o mandou fazer. E é um ecosistema equilibrado que se mantém há mais de meio século. Ultimamente enchi-o com água diamante.
Água diamante da PMT e não a da cristaloterapia!
Portanto não vale a pena assaltarem-me o jardim para revolverem o lodo à procura de diamantes que não estão lá nenhuns.
Entretanto dou comigo embevecida olhar para os peixes. A ver o que andam a fazer.

Conheço pessoas que compram telescópios para espreitar os vizinhos. Outros espreitam a vida dos personagens das novelas na tv.

Eu encanto-me nesta contemplação. Cheia de Paz.
Alguns têm barbatanas e caudas longas.
Ondulantes.
Lindas!

Também lá vivem uns de 3 caudas; mas os infelizes nadam de uma forma muito desajeitada. Isto de deformar animais para os tornar engraçados é mesmo um absurdo.

E então um desgraçado de um peixe preto, com olhos telescópicos e muitas caudas, este vê-se e deseja-se até para fazer coisas simples e vitais como comer e nadar. Por isto é que devem morrer muito mais rápido do que todos os outros. Nunca mais volto a comprar nenhum. Apesar do feng-shui os recomendar.

O pobre bicho há bocado nem uma lentilha de água conseguiu que lhe entrasse na boca depois de muitos esforços. Os outros peixes abrem a boca e entram logo meia dúzia de lentilhas que são prontamente engolidas. Este passa o dia a abrir a boca à superfície da água. Deve comer qualquer coisa invisível para mim. Sei é que todos os outros cresceram para o dobro logo no primeiro mês e este há meses que por alí anda e sempre do mesmo tamanho.

Na verdade tem uma cauda que parece uma crinolina do século XVIII.

Porém a boca mal se abre. Mantém sempre o ar de menino a fazer beicinho. Que só deve ter muita graça para o aprendiz de feiticeiro que o criou.

O bom de tantos peixes é que já quase não tenho mosquitos.

Nas lojas onde os fui comprando queriam sempre vender-me rações. Mas isto é um lago em permacultura e que vive segundo a lei do menor esforço. Têm até comida demais.

Ainda esta manhã tive de andar a retirar plantas aquáticas para compostar. Senão nem a água se via. E eles passam os dias a pastar por baixo da camada verde que sobrenada.

Ontem encontrei um peixe a boiar. Morto. Retirei-o e vi que tinha um arranhão ao lado da barbatana peitoral esquerda. Os gatos andaram à caça durante a noite e apesar de não o terem conseguido comer deixaram-no ferido até que morreu. Já não acontecia isto há muitos meses.

Tenho de voltar a enxotar vigorosamente os gatos, lindos e de guiso, que gostam de usar o meu jardim como território de caça. E retrete seca também...

Estava a gostar tanto de os ver a dormir pelas sombras durante a tarde.

Além de que eles adoram comer rãs e eu só consegui trazer uma. A qual fez com que desaparecessem quase todas as lesmas que por ali andavam.

Quanto à vida emocional e romances dos peixes é que ainda não descortinei nada de interesante. Lamento esta lacuna emocional no big brother do meu lago.

Bem, agora me lembro de um episódio. Passo a contar.

O maior peixe encarnado não tem grandes barbatanas ondulantes. Não lhe acho grande interesse quando aparece no meu angulo de visão. Ora este bicho, há uns meses, ficou muito lento e gordo. Parecia um submarino. Andava sempre com peixes atraz dele a perseguirem-no. Davam-lhe cabeçadas na barriga. E eu sem perceber nada de tanta agressividade em tão calmos seres.

Entretanto há 2 semanas descobri alevins muito pequeninos. Foi assim que me lembrei que o tal peixe lento, gordo e feio tinha emagrecido. Já sei que tenho uma fêmea, pelo menos.

Publiquei também a foto dos dois protagonistas. Vale a pena amplia-las.

Bem... esta história tem tantas emoções tumultuosas como as têm os peixes...

Quanto ao nenúfar foi a única flor no meu jardim que atraiu a visita de uma abelha. Até a consegui fotografar pousada nela. Noutro dia publico-a.

Agora vou lá para fora. A rã vai assustar-se. E saltar para a água do alto da rocha ou do cimo de uma folha de nenúfar, onde estava a apanhar sol. Depois fica a espreitar-me, escondida entre os jacintos de água.

E eu na minha contemplação, olho embevecida para os animais e as plantas do meu lago.

É que o nenúfar tem um botão a crescer, ainda dentro de água e uma nova folha que se está a abrir... ;-)