Tive muito êxito na vida. E agora decidi fazer da minha vida um êxito. Busco o que é perene e eterno neste Universo composto de mudança. Portanto tenho muito com que me entreter. Aqui vou publicando textos e links que acho serem suficientemente curiosos para trocarmos ideias sobre os temas focados. Muitos têm que ver com as minhas dúvidas. Portanto um blog de discussão. Com poucas certezas. Pois obviamente tudo o que aqui se diz é pura ficção.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Faca-se o favor de dizer sempre Bom Dia! Contagie todos com Dignidade
Recebi este texto do meu grupo Subud. Acho que e um bom tema de meditacao.
Aos animais fazemos festas e chamamos pelo nome.
Reconheca a existencia do outro. Eh uma eficiente forma de lhe reconnhecer dignidade.
Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social.
Plínio Delphino, Diário de São Paulo.
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali,
constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu
comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma
percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão
social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de
R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:
'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não
como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP
passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes,
esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me
ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão',
diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma
garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha
caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra
classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns
se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo
pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e
serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num
grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e
claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de
refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem
barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada,
parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar
comigo, a contar piada, brincar..
O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí
eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na
biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei
em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse
trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O
meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da
cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar,
não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a
situações pouco saudáveis... Então, quando eu via um professor se
aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar
por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse
passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito
que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses
homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa
deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são
tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.
*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!
Aos animais fazemos festas e chamamos pelo nome.
Reconheca a existencia do outro. Eh uma eficiente forma de lhe reconnhecer dignidade.
Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social.
Plínio Delphino, Diário de São Paulo.
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali,
constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu
comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma
percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão
social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de
R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:
'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não
como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP
passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes,
esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me
ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão',
diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma
garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha
caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra
classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns
se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo
pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e
serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num
grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e
claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de
refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem
barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada,
parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar
comigo, a contar piada, brincar..
O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí
eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na
biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei
em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse
trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O
meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da
cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar,
não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a
situações pouco saudáveis... Então, quando eu via um professor se
aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar
por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse
passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito
que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses
homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa
deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são
tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.
*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Da nossa cortica e do nosso poder ao preferir comprar garrafas com rolhas feitas dela
Documentário: "Forest in a Bottle" from EcoLogicalCork.com on Vimeo.
Um documentario muito bem feito, da BBC, sobre o ecosistema completo e a vida no nosso montado de sobro alentejano.
Obrigatorio ver!
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Pessoa filosofando para lhe dizer: Bom Ano Novo!
Só Existem Nações, não Existe Humanidade
A humanidade não existe sociologicamente, não existe perante a civilização. Considerar a humanidade como um todo é, virtualmente, considerá-la como nação; mas uma nação que deixe de ser nação passa a ser absolutamente o seu próprio meio. Ora um corpo que passa a ser absolutamente do meio onde vive é um corpo morto. A morte é isso - a absoluta entrega de si próprio ao exterior, a absoluta absorção no que cerca. Por isso o humanitarismo e o internacionalismo são conceitos de morte, só cérebros saudosos do inorgânico o podem agradavelmente conceber. Todo o internacionalista devia ser fuzilado para que obtenha o que quer, a integração verdadeira no meio a que tende a pertencer. Só existem nações, não existe humanidade.
Fernando Pessoa, in 'Textos Filosóficos e Esotéricos - 1915'
Serah?
Sorria:-))) e que todos os seus mais belos sonhos se tornem Realidade!
A humanidade não existe sociologicamente, não existe perante a civilização. Considerar a humanidade como um todo é, virtualmente, considerá-la como nação; mas uma nação que deixe de ser nação passa a ser absolutamente o seu próprio meio. Ora um corpo que passa a ser absolutamente do meio onde vive é um corpo morto. A morte é isso - a absoluta entrega de si próprio ao exterior, a absoluta absorção no que cerca. Por isso o humanitarismo e o internacionalismo são conceitos de morte, só cérebros saudosos do inorgânico o podem agradavelmente conceber. Todo o internacionalista devia ser fuzilado para que obtenha o que quer, a integração verdadeira no meio a que tende a pertencer. Só existem nações, não existe humanidade.
Fernando Pessoa, in 'Textos Filosóficos e Esotéricos - 1915'
Serah?
Sorria:-))) e que todos os seus mais belos sonhos se tornem Realidade!
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terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Sobre mim e a Marianela, na net
Encontrei este texto na net. Clique no titulo para aceder.
Eu gostei muito.
Espero que tambem goste.
E muito obrigada ao autor ou autora.
Eu gostei muito.
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E muito obrigada ao autor ou autora.
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Deste Natal eu Gosto! Magia Branca no Aeroporto de Lisboa
Dah gosto ver como as pessoas ficaram mais felizes e alegres durante e no final do show que os funcionarios da ANA, da TAP e do Aeroporto. Isto e que foi um bom presente de Natal!
A melhor forma de reagir ah campanha de terror que apenas nos deu medo, angustia, depressao e todas as demais variacoes sobre a tristeza e o medo.
Magia branca gera Sorrisos, Alegria e Amor.
Deste Natal eu gosto!
Presentes destes deem-me muitos!
E estou aqui a participar com gosto e muito boa vontade.Agora faca voce Magia Branca: contagie e infecte toda a gente ao seu redor com Alegria, Sorrisos e Amor.
Sorria! :-)))
E que todos os seus mais belos sonhos se tornem realidade:-)))
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domingo, 27 de dezembro de 2009
Home
Um belo filme sobre o nosso planeta. Para aprendermos a ama-lo.
Curiosamente foi financiado por um grupo de moda frances.
Para o ver todo clique no titulo.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Afinal, parece que Jesus nao era Judeu.
Descobri agora que afinal como Maria era da Galileia, origens sumerias, e o pai biologico por inseminacao (artificial?) teria sido o Arcanjo Rafael.
E Jose sendo apenas pai adoptivo... Bem, bem... Calculo que esteja tao confuso como eu com esta informacao.
Portanto o melhor sera clicar no titulo deste post para aceder a um texto em portugues (do Brasil mas de boa qualidade) ou entao clicar aqui e ler o que dizem em ingles sobre este assunto.
Bem... Isto se for como eu que adoro ideias fora do vulgar alem de investigar no infinito mundo das ideias.
E esta vem muito a proposito do Natal.
E Jose sendo apenas pai adoptivo... Bem, bem... Calculo que esteja tao confuso como eu com esta informacao.
Portanto o melhor sera clicar no titulo deste post para aceder a um texto em portugues (do Brasil mas de boa qualidade) ou entao clicar aqui e ler o que dizem em ingles sobre este assunto.
Bem... Isto se for como eu que adoro ideias fora do vulgar alem de investigar no infinito mundo das ideias.
E esta vem muito a proposito do Natal.
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Dos Convites, Trambolhos. Presentes para mim, o Ano Novo e o Natal
Meus caros leitores e amigos, venho aqui pedir que nao me facam convites para o Natal pois acho uma seca terrivel toda esta epoca.
Na minha familia de origem era uma festa como outra qualquer. Sem stress algum.
Calma.
Serena.
So descobri o stress do Natal depois do meu casamento. Havia imensos objectivos para conseguir. Imensas obrigacoes. E no final de tantos exageros restavam montes de trambolhos que me tinham sido oferecidos e iam ficar a encher os armarios.
Ainda fiz umas tentativas de entrar no espirito de Natal da maioria. Porem senti-me muito mal com tanta obrigacao e consumismo.
Sempre me senti estranha a estas comemoracoes. E passei a mandar os meus filhos para a familia do pai a fim de passarem estes dias. Eles gostavam e eu queria era ter Paz e Descanso.
Acho tudo isto uma trabalheira com comportamentos disparatados, que envergonhariam Jesus se ele viesse aqui.
Portanto fiquem cientes que estou muito bem.
Como parca e ajuizadamente,como ao longo de todo o ano.
Compro tudo o que preciso quando quero.
Tenho flores no jardim e como detesto que as cortem portanto nem flores aceito como presente.
Portanto se alguem quiser mesmo assim oferecer-me algo (que adoro receber presentes e que me estraguem com mimos!;-)) sugiro joias (antigas de familia ou compradas em leilao, se novas gosto da Branca de Brito e da Maria Joao Bahia ;-) pedras preciosas, ouro, prata ou, jah agora, mesmo platina.
Quanto ao Ano Novo eh uma epoca demasiado importante ser perdida por aeroportos ou para ser arriscada em estradas usadas por gente que desperdica a vida. Que para comemorar a data cre ser obrigada a atordoar-se com excessos de consumismo, comida, alcool e outras drogas ilegais ou legais.
Portanto agradeco muito sinceramente todas as boas intencoes que tiverem (pois eh sempre bonito tem bons sentimentos) mas deixem-me em Paz, na minha casinha, a passar estes conturbados tempos a comer parcamente o meu querido arroz integral ou o que muito bem me apetecer, ler uns livros pelos quais estou cheia de curiosidade, escrever umas coisas que me apetece e a meditar.
Todavia muito obrigada por todos estes convites. Mas nao insista, sff!
Tenho muito gosto em aceitar estar consigo em qualquer outro dia. Mais calmo.
E pode ter a certeza que jah fico muito feliz no dia 22 quando os dias comecam a ficar maiores! :-)))
Na minha familia de origem era uma festa como outra qualquer. Sem stress algum.
Calma.
Serena.
So descobri o stress do Natal depois do meu casamento. Havia imensos objectivos para conseguir. Imensas obrigacoes. E no final de tantos exageros restavam montes de trambolhos que me tinham sido oferecidos e iam ficar a encher os armarios.
Ainda fiz umas tentativas de entrar no espirito de Natal da maioria. Porem senti-me muito mal com tanta obrigacao e consumismo.
Sempre me senti estranha a estas comemoracoes. E passei a mandar os meus filhos para a familia do pai a fim de passarem estes dias. Eles gostavam e eu queria era ter Paz e Descanso.
Acho tudo isto uma trabalheira com comportamentos disparatados, que envergonhariam Jesus se ele viesse aqui.
Portanto fiquem cientes que estou muito bem.
Como parca e ajuizadamente,como ao longo de todo o ano.
Compro tudo o que preciso quando quero.
Tenho flores no jardim e como detesto que as cortem portanto nem flores aceito como presente.
Portanto se alguem quiser mesmo assim oferecer-me algo (que adoro receber presentes e que me estraguem com mimos!;-)) sugiro joias (antigas de familia ou compradas em leilao, se novas gosto da Branca de Brito e da Maria Joao Bahia ;-) pedras preciosas, ouro, prata ou, jah agora, mesmo platina.
Quanto ao Ano Novo eh uma epoca demasiado importante ser perdida por aeroportos ou para ser arriscada em estradas usadas por gente que desperdica a vida. Que para comemorar a data cre ser obrigada a atordoar-se com excessos de consumismo, comida, alcool e outras drogas ilegais ou legais.
Portanto agradeco muito sinceramente todas as boas intencoes que tiverem (pois eh sempre bonito tem bons sentimentos) mas deixem-me em Paz, na minha casinha, a passar estes conturbados tempos a comer parcamente o meu querido arroz integral ou o que muito bem me apetecer, ler uns livros pelos quais estou cheia de curiosidade, escrever umas coisas que me apetece e a meditar.
Todavia muito obrigada por todos estes convites. Mas nao insista, sff!
Tenho muito gosto em aceitar estar consigo em qualquer outro dia. Mais calmo.
E pode ter a certeza que jah fico muito feliz no dia 22 quando os dias comecam a ficar maiores! :-)))
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Parto no hospital!!! :-0
Clicando no titulo pode ler o que dis uma parteira inglesa sobre a falta de apoio e excesso de medicamentos durante o parto nos hospitais.
Obvio que cada vez mais as mulheres precisam de voltar a ter os filhos na paz do seu lar.
Ate na banheira la de casa e melhor que andar em locais cheios de microbios rebeldes e muito resistentes ao desinfectantes, pessoas sobrecarregado de trabalho ou clinicas privadas que so pensam em aumentar os lucros do negocio.
Parece que ate ter a crianca na ambulancia parece ser melhor que isto.
Mas o melhor mesmo eh ficar em casa com a familia e uma parteira experiente.
Obvio que cada vez mais as mulheres precisam de voltar a ter os filhos na paz do seu lar.
Ate na banheira la de casa e melhor que andar em locais cheios de microbios rebeldes e muito resistentes ao desinfectantes, pessoas sobrecarregado de trabalho ou clinicas privadas que so pensam em aumentar os lucros do negocio.
Parece que ate ter a crianca na ambulancia parece ser melhor que isto.
Mas o melhor mesmo eh ficar em casa com a familia e uma parteira experiente.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
sábado, 12 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Bebes nao foram feitos para dormir sozinhos!
Parece que finalmente estao a perceber que os bebes devem manter-se perto das maes depois do nascimento.
Realmente andar em pe de quarto em quarto eh uma seca horrivel!
Estar durante o dia com ele num pano bem firme contra o nosso corpo.
E ter o bebe ao pe de nos torna tudo tao facil.
E ficamos ambos felizes.
As complicacoes terriveis que nos arranjaram com as normas mirabolantes que inventaram!
E tao facil cuidar de uma crianca se fizermos como as sabias mulheres de outras culturas mais simples. E sabias.
Realmente andar em pe de quarto em quarto eh uma seca horrivel!
Estar durante o dia com ele num pano bem firme contra o nosso corpo.
E ter o bebe ao pe de nos torna tudo tao facil.
E ficamos ambos felizes.
As complicacoes terriveis que nos arranjaram com as normas mirabolantes que inventaram!
E tao facil cuidar de uma crianca se fizermos como as sabias mulheres de outras culturas mais simples. E sabias.
Sacha Baron Cohen

Na minha opiniao este Sacha Baron Cohen ficarah na historia, a par de Chaplin, pois eh o maior genio actual nos mass media. Especialmente naqueles em que a imagem eh fundamental.
Os seus filmes sao geniais! (maugrado nao serem lah muito politicamente correctos)
Os personagens muito bem caracterizados e surpreendentes. De tal forma que o actor fica irreconhecivel de um para o outro.
A promocao que faz deles eh completamente inovadora e genial!
E alem do mais eh um homem muito interessante tambem de se ver. ;-) pois... porque a maior parte dos genios soh sao bons para ouvir ou ler.
Entretanto estive a pesquisar sobre ele e descobri que Cohen é ingles, cioso ao maximo a sua vida privada (de tal forma que se escuda constantemente atras dos seus personagens, para a preservar nos contactos com o publico) e judeu praticante (banal e corrente na industria do cinema); todavia o mais importante eh ser historiador de formação (Cambridge). Tendo como sua linha de pesquisa as raízes dos preconceitos do mundo contemporâneo.
E aqui temos a explicacao da sua genialidade.
Ele apenas fazia teatro enquanto estudava outras coisas. Se ele tivesse frequentado uma escola de cinema ou tv, seria apenas mais um bom profissional. Assim cria e actua nos seus filmes geniais.
Os quais na producao em serie dos filmes actuais marcam a grande diferenca.
USE A SUA PLACENTA, SFF!
Sou mae de 4 filhos. Nascidos em dois paises diferentes.
Como esperei 15 anos entre os dois primeiros e os ultimos tive muito tempo entretanto para aprender bastante.
Como os ultimos sao gemeos nao tive maneira de os ter na paz do meu lar, como sonhei.
Contudo no hospital calhou-me uma equipa com muita qualidade e experiente que me deixou razoavelmente em paz.
Tambem estavam curiosos depois de me ver tao calma e sem dor alguma quando me levaram para a sala de partos.
Mandei calar toda a gente na sala pois queria paz e calma.
Uma multidao de alunas de tres anos do curso de parteiras mais uma serie de colegas e professores alertados para a raridade de um parto natural de gemeos. Onde 80% dos partos simples eram por cesariana!
Nos dias seguintes foi uma romagem ao meu quarto de medicos, parteiras e professores. Os professores universitarios em Italia sao de uma arrogancia espantosa portanto irem ver o meu caso de parto natural e sem dor de gemeos era algo notavel.
Tive convites para ensinar em clinicas de preparacao ao parto, fazer conferencias, etc. Fiquei com um monte de cartoes. Porem preferi ocupar-me de tratar dos meus dois filhotes a tempo inteiro.
Mas tomei muitos apontamentos praticos. E entretanto tenho-os experimentado e falado com muitas outras mulheres acerca da experiencia delas.
Resolvi por ah disposicao de todos este exemplo de uma mulher, com nome portugues, que trabalha nos EUA desidratando e fazendo pilulas de placenta. Parece-me que ela desvaloriza certas coisas muitissimo importantes, mas ela eh ela e eu sou eu.
Esta eh apenas uma das muitas maneiras de usar e conservar a placenta e o cordao umbilical. Um bocadinho laboriosa para o meu gosto.
Mas bem melhor que pagar para congelarem o cordao umbilical, como se tornou moda. ;-/
Eu prefiro sempre os metodos mais simples, os mais naturais que existem e que estejam testados por milhares de anos de pratica.
E, obviamente, que uma mae que coma a sua propria placenta fica cheia de leite, forca e vitalidade.
Prescindindo dos metodos caros e laboriosos que nos quiserem impingir para o pos-parto ;-)))
Ja agora a titulo de exemplo o Tom Cruise afirmou, alto e bom som a quem o quis ouvir e publicar, ir comer a placenta depois do nascimento da famosissima Suri. Espero que desta vez o exemplo das celebridades seja seguido.
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