Tive muito êxito na vida. E agora decidi fazer da minha vida um êxito. Busco o que é perene e eterno neste Universo composto de mudança. Portanto tenho muito com que me entreter. Aqui vou publicando textos e links que acho serem suficientemente curiosos para trocarmos ideias sobre os temas focados. Muitos têm que ver com as minhas dúvidas. Portanto um blog de discussão. Com poucas certezas. Pois obviamente tudo o que aqui se diz é pura ficção.
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sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Comprar, deitar fora, comprar...
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Consumismo,
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obsolescencia,
programada
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Nesta anual celebração da religião Consumismo

Nos meus estudos sobre alimentação encontrei sempre uma relação entre comer pouco e manter a saude e vida longa.
Como se cada um de nós tivesse uma certa quantidade de energia disponivel para uso durante a vida. E quem mais consumisse menos e pior viveria.
Hoje encontrei isto na net:
Após analisar as dietas de uma centena de pessoas com mais de 100 anos, eu constatei que a maioria comia menos que a quantidade média e às vezes jejuava. Elas seguem a regra dos "3/4": param de comer quando consideram estar 3/4 satisfeitas.
Outros estudos mostram que a ingestão de menos calorias aumenta a expectativa de vida nos animais - por que não ocorreria o mesmo nos seres humanos?
Para pensar: Se comer menos faz viver mais, o que acontece com as pessoas que aprenderam a não comer nada, que apenas "vivem de brisa" (de ar) e de luz? Tornam-se imortais?
Referência: Rui Fragassi e Dr. Maoshing Ni, Os Segredos da Longevidade: centenas de maneiras de viver bem até os 100, Editora Sextante, 2008.
Um bom tema para meditarmos agora que se aproxima a época de se comemorar o inferno do Consumismo.
Claro que eles usam eufemismos. Evitam dizer algo cruamente.
Contudo, bem no fundo, esta época consumista é desesperante. Além do mais com a crise a encurtar as finanças das familias.
Eu comecei a embirrar com esta celebração de consumismo quando, ainda estava eu em Belas Artes, vi uma das minhas colegas de apartamento chegar a casa com um objecto inefável de inutil e de feio que lhe tinham oferecido no emprego. Ela, entretanto mostrava-se aparentemente feliz com o presente. Mas eu, tive a certeza atendendo à cultura estética dela, que estaria apenas a tentar não ver o horror e o desperdício.
Ora eu, que nunca tive um emprego (mas sempre trabalhei) comecei nessa altura a lamentar que nesta época se desperdiçasse o 13º mês, tanta energia e tanto trabalho escravo em coisas de interesse tão discutível.
Depois havia aquela cultura dos presentes de Natal. Na maior parte dos casos até são giros, interessantes como busca. Mas... como é que eu vou usar isto?!? Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! :-0
E lá ficamos com mais uma colecção de coisas dentro duma gaveta.
Será que você precisa mesmo de mais algum trambolho?
E as nossas crianças/elefantes brancos precisam de aprender a valorizar o Amor em vez dos trambolhos.
Que tal comemorarmos mesmo o Natal do Cristo?
Escreva cartas a dizer às pessoas porque gosta delas e do que gosta nelas.
Alegre-lhes o coração!
(Bem... Todavia... se me quiser oferecer um carré do Harry Winston também me alegra o coração... Se vier acompanhado da tal carta;-)
Como se cada um de nós tivesse uma certa quantidade de energia disponivel para uso durante a vida. E quem mais consumisse menos e pior viveria.
Hoje encontrei isto na net:
Após analisar as dietas de uma centena de pessoas com mais de 100 anos, eu constatei que a maioria comia menos que a quantidade média e às vezes jejuava. Elas seguem a regra dos "3/4": param de comer quando consideram estar 3/4 satisfeitas.
Outros estudos mostram que a ingestão de menos calorias aumenta a expectativa de vida nos animais - por que não ocorreria o mesmo nos seres humanos?
Para pensar: Se comer menos faz viver mais, o que acontece com as pessoas que aprenderam a não comer nada, que apenas "vivem de brisa" (de ar) e de luz? Tornam-se imortais?
Referência: Rui Fragassi e Dr. Maoshing Ni, Os Segredos da Longevidade: centenas de maneiras de viver bem até os 100, Editora Sextante, 2008.
Um bom tema para meditarmos agora que se aproxima a época de se comemorar o inferno do Consumismo.
Claro que eles usam eufemismos. Evitam dizer algo cruamente.
Contudo, bem no fundo, esta época consumista é desesperante. Além do mais com a crise a encurtar as finanças das familias.
Eu comecei a embirrar com esta celebração de consumismo quando, ainda estava eu em Belas Artes, vi uma das minhas colegas de apartamento chegar a casa com um objecto inefável de inutil e de feio que lhe tinham oferecido no emprego. Ela, entretanto mostrava-se aparentemente feliz com o presente. Mas eu, tive a certeza atendendo à cultura estética dela, que estaria apenas a tentar não ver o horror e o desperdício.
Ora eu, que nunca tive um emprego (mas sempre trabalhei) comecei nessa altura a lamentar que nesta época se desperdiçasse o 13º mês, tanta energia e tanto trabalho escravo em coisas de interesse tão discutível.
Depois havia aquela cultura dos presentes de Natal. Na maior parte dos casos até são giros, interessantes como busca. Mas... como é que eu vou usar isto?!? Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! :-0
E lá ficamos com mais uma colecção de coisas dentro duma gaveta.
Será que você precisa mesmo de mais algum trambolho?
E as nossas crianças/elefantes brancos precisam de aprender a valorizar o Amor em vez dos trambolhos.
Que tal comemorarmos mesmo o Natal do Cristo?
Escreva cartas a dizer às pessoas porque gosta delas e do que gosta nelas.
Alegre-lhes o coração!
(Bem... Todavia... se me quiser oferecer um carré do Harry Winston também me alegra o coração... Se vier acompanhado da tal carta;-)
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