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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Experimente este Caminho Facil para a sua Autocura

De acordo com os ancestrais de diferentes partes de nosso mundo,
nosso corpo sente e pensa. Por exemplo, no caso dos ancestrais das
tribos australianas, quando uma pessoa se fere ou adoece, a tribo se
reúne ao redor do enfermo e canta pedindo perdão à ferida ou parte
afetada. E esta começa automaticamente a dar sinais de melhora e
ocorrem curas milagrosas.
O mesmo ocorre nas assombrosas curas dos kahunas ou médicos magos
havaianos. Eles entram em oração direta com a parte afetada
pedindo-lhe perdão. Esse ato de oração envolve os magos, o paciente
e todas as vidas durante as quais eles possam ter se encontrado e se
envolvido com essa pessoa. E também ocorrem curas consideradas
milagrosas.
No conhecimento ancestral Inca, tudo é reciprocidade, quando alguém
adoece ou se enche de energia pesada ou hucha, por ter atitudes
egoístas, não deixando fluir o sami ou energia leve. Por isso nas
curas se pede para aquela parte do corpo se harmonizar com pachamama
permitindo que o bloqueio se reequilibre.E a pessoa se cura.No caso
dos Lakotas, na América do Norte, eles falam com o corpo para
informar-lhe que existe uma medicina que vai curá-lo. E logicamente
as pessoas se curam.
Como vemos, examinando alguns casos de medicina ancestral, chegamos
a uma interessante conclusão: os ancestrais aceitavam as partes de
nosso corpo como um ser completamente inteligente e autônomo do
cérebro. Isso durante os últimos séculos passou a ser considerado
como fraude ou superstição. Mas vejamos agora as descobertas mais
recentes da ciência. Você vai ficar estupefata (o).
A sabedoria do corpo é um bom ponto de acesso às dimensões ocultas
da vida: é totalmente invisível, mas inegável. Os investigadores
médicos começaram a aceitar este fato em meados dos anos oitenta.
Anteriormente se considerava que a capacidade da inteligência era
exclusiva do cérebro. Então foram descobertos indícios de
inteligência no sistema imune e, logo a seguir, no digestivo.