quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

O cúmulo do ridículo e descaramento= Ortorexia

A ortoroxia foi criada de propósito para que todas as pessoas se sintam culpadas se lerem os rótulos ou tiverem o mínimo de cuidados com a alimentação, ligando-a à saúde?

Pretenderão obrigar-nos a beber cacacola ou outra mixórdia por um funil enfiado pelas goelas como no tempo da Inquisição, para nos "curarem" da ortorexia?
Mas deixo aqui a seguir um copy-paste de um texto que me chegou por email. Com gratidão ao P. Daniel. Não o conheço mas escreveu muito bem sobre isto.

Desmistificar a ortorexia, explicar as suas origens e promover estilos de vida mais saudáveis, éticos e ecológicos:Antes de começar-se, precisamos entender o que é ortorexia?
A ortorexia é definida simplesmente como: “um distúrbio alimentar causado devido a uma preocupação para se ter uma alimentação mais natural e saudável, sem químicos sintéticos (corantes, conservantes, edulcorantes, pesticidas, insecticidas, etc) e outros produtos que prejudiquem a saúde, sendo composta pela preferência e consumo de uma maior quantidade de alimentos menos processados, vegetais e biológicos”.

Na realidade esta questão está repleta de incoerências e é manipulada por certos interesses económicos e, pela sua lógica distorcida, favorece directamente a aplicação de mentalidades e comportamentos que impliquem a adopção de uma alimentação e estilos de vida que sejam pouco ou nada saudáveis.Algumas pessoas que aceitam esta teoria, para a defenderem do cúmulo do ridículo e da completa incoerência, poderiam afirmar que a ortorexia referencia apenas aqueles que se preocupam excessivamente com a alimentação saudável, e que por isso a maioria das pessoas poderiam não se enquadrar nesta classificação. No entanto isto não passa de um eufemismo e é altamente subjectivo, isto porque quando uma pessoa opta por tentar ter uma alimentação mais saudável, naturalmente que irá rejeitar consumir certo tipos de produtos optando por outros de melhor qualidade, seja por motivos de saúde, éticos ou outros. Uma pessoa para manter a coerência da sua escolha, e exceptuando os casos extremos de falta de opções, logicamente que irá tentar manter essa opção ao longo da sua vida, como é o caso dos vegetarianos que recusam comer carnes, que digamos de passagem, não são de forma alguma necessários para se obter os nutrientes que o corpo humano necessita. No entanto, seguindo a “lógica” da ortorexia, alguém que opte por esse estilo de vida por uma questão de ideais por exemplo, será inerentemente classificado como ortorexico, pois logicamente irá recusar-se a consumir determinados produtos, o que faz com que isso seja visto como uma “preocupação excessiva” pela alimentação saudável. Significa isto que praticamente todas as pessoas que se preocupam minimamente com a sua saúde e recusam ingerir certos tipos de alimentos, podem literalmente ser definidas como ortorexicas, o que é obviamente ridículo.Acerca da reportagem da SIC, pode-se dizer que foram dados exemplos grosseiros, infelizes e incorrectos de alguns tipos de alimentação e cuidados de saúde que, a jornalista responsável pela reportagem e alguns entrevistados, entre os quais uma médica claramente mal informada, afirmavam enquadrar-se na definição de ortorexia. Entre alguns exemplos, foi referido que o vegetarianismo (em especial o veganismo ou vegetarianismo puro), a macrobiótica e a alimentação essencialmente à base de produtos vegetais biológicos mais naturais e saudáveis, eram na opinião dos entrevistados, sinais claros de regimes alimentares que representam sintomas de problemas psicológicos e de saúde. Nada mais pode estar longe da verdade.
As pessoas entrevistadas chegaram ao cúmulo do absurdo ao afirmar que, se uma pessoa tiver o hábito de ler os rótulos dos produtos que consome para obviamente saber o que contêm exactamente, é um claro sinal de ser ortoréxica, como se estivessem a indicar que as pessoas devem aceitar ingénua e cegamente o que as empresas alimentares fabricam e põem no supermercado e à mesa, sem sequer questionar a origem e qualidade dos produtos.
É bem sabido e está provado cientificamente que muitos alimentos, em especial os transformados, contêm certos produtos químicos que prejudicam seriamente a saúde, como por exemplo, o caso dos organismos geneticamente modificados, dos edulcorantes (“substitutos” do açúcar) e em especial do aspartame que se sabe que provoca cancro, entre muitos outros exemplos que existem.
Assim, por estes e outros motivos, faz todo o sentido que qualquer pessoa de bom senso que se preocupe com a sua saúde e dos seus, deva sempre ler os rótulos para saber o que compra e o valor ou não, desse mesmo produto, o que é aliás um conselho dado por qualquer médico e nutricionista minimamente sério e competente.Indicaram que quem se preocupa em ter uma alimentação saudável, fá-lo por estar doente mental e fisicamente.
Por outras palavras e segundo esta “lógica”, só quem tem uma alimentação deficiente e de má qualidade, com uma imensa falta de nutrientes e que provoque graves problemas de saúde, inclusive cancros, é que possuiria uma alimentação correcta e apresentaria boa saúde física e psíquica.

Isto é o maior absurdo que se possa conceber, tanto em termos de lógica e senso comum, como em termos científicos, indo completamente contra o que a maioria dos médicos e nutricionistas afirmam.
Mas aqui fica uma questão: se para os entrevistados que seguem a óptica e “lógica” da ortorexia, se uma pessoa que se preocupa com a sua saúde e tem efectivamente uma boa saúde, serão “doentes” que têm ou podem vir a ter problemas mentais e físicos, como será que classificarão aqueles que realmente têm poucos ou nenhuns cuidados com a sua saúde física e mental?!

É importante realçar que na reportagem nem sequer foram mencionados as mais variadas razões válidas, que levam dezenas de milhões de pessoas por todo o mundo a adoptar estes tipos de alimentação, como as questões éticas, de respeito pelos animais, de proteger o ambiente, de sustentabilidade, de diminuir a necessidade da exploração de recursos naturais, diminuir a fome no mundo, espirituais e obviamente, de saúde (saiba mais detalhes e veja as provas científicas nos sites abaixo indicados).

Acerca dos múltiplos benefícios do vegetarianismo a todos os níveis, Albert Einstein, um dos mais famosos cientistas da história, afirmou o seguinte: “Nada beneficiará mais tanto a saúde humana e aumentará as possibilidades de vida na Terra quanto a evolução para um regime alimentar vegetariano”.
Einstein não é o único a pensar o mesmo, ao longo da história muitos outros cientistas famosos como Leonardo Da Vinci foram vegetarianos durante a sua vida, incluindo muitos filósofos, médicos, nutricionistas, atletas campeões do mundo, etc…
Outras pessoas que partilham estes ideais e se enquadram nestas categorias são por exemplo: Charles Darwin, Mahatma Ghandi, Sócrates (filósofo grego), Pitágoras, Paul McCartney, Dr. Albert Schweitzer, São Francisco de Assis, Kim Basinger, Brian Adams, Thomas Edison, Leo Tolstoy, Carl Lewis, etc (saiba mais nos sites indicados no final).
Ao longo da história existem ainda muitas centenas de milhões de outras pessoas anónimas, na realidade, no passado muitas populações de determinadas culturas e regiões do mundo eram vegetarianas.Serão estes exemplos de pessoas de grande inteligência dos mais variados campos científicos e filosóficos, ou atletas profissionais com grande capacidade física e que viveram ou vivem durante a sua vida a praticar uma alimentação mais saudável, ética, vegetariana, macrobiótica e/ou biológica, pessoas com problemas psicológicos e físicos?
Sabemos bem que isto não é verdade pois estes são apenas algumas das melhores mentes e melhores atletas, e não existe melhor prova científica do absurdo e manipulação da questão da ortorexia, do que demonstrar com factos irrefutáveis, a vida de todas essas e outras pessoas e, do quanto terem optado por essas escolhas afectou positivamente o seu pensamento, a sua vida e a sua saúde mental e psicológica.Então se toda esta questão não faz qualquer sentido e representa um contra-senso e absurdo científicos, porque se fala de ortorexia?
A palavra ortorexia e a sua definição, parece ter sido inventados e/ou apoiados por certos lobbies e alguns poucos médicos e psicólogos que ou estão muito mal informados ou que protegem esses mesmos lobbies, e que sem base científica alguma, consideram que ter uma alimentação mais saudável é ou pode vir a ser sinal de problemas psicológicos e físicos.
A realidade é que, por detrás de toda esta questão, de forma directa ou indirecta, existem sem dúvida alguma, fortes e poderosos interesses comerciais e económicos, lobbies, pressões e manipulações de empresas em especial do sector alimentar (agrícola, pecuária, aditivos alimentares, transformação, indústria química, indústria biotecnológica, etc) que preferem manter o “status quo” do tipo de “alimentação” que infelizmente hoje em dia se tornou “típica” da maioria das sociedades, como os fast foods, os alimentos demasiadamente tratados, processados e repletos de químicos sintéticos, etc.
O factor económico é sem dúvida a questão de maior peso em toda esta matéria, pois as empresas alimentares em geral, com algumas excepções, só pretendem fabricar o máximo de produtos alimentares que tenham bom aspecto, pareçam saber bem e serem o mais barato possível, com pouca ou nenhuma preocupação pela questão nutricional, de forma a atrair o maior número de clientes, que atendendo ao baixo preço e “bom” aspecto pensam que compram um bom produto, mas estão a ser enganados sem se perceberem.
A manipulação publicitária e mesmo pseudo "científica", apresenta aqui um factor importante de controlo de mentalidades e costumes, para condicionar e direccionar futuros clientes.
Desde alguns anos para cá, em especial finais dos anos 90 e inícios deste século, que se notou que a preocupação das pessoas e mesmo sociedades por um estilo de vida que seja mais saudável em termos mentais e especialmente físicos, tem aumentado exponencialmente, o que se deve igualmente à facilidade cada vez maior de se poder divulgar e encontrar informações que não sejam somente provenientes dos mass media, que são controlados por interesses económicos, mas por meios mais democráticos e livres como a internet.
Ora, isso no entanto e em grande medida, tem representado uma perda bastante significativa e cada vez maior para a indústria alimentar a qual substituiu a tradicional e se tornou “convencional” desde o final da 2ª Guerra Mundial, nomeadamente as indústrias do fast food, dos aditivos alimentares, dos pesticidas/insecticidas, dos organismos geneticamente modificados, entre outras.
Para ajudar a evitar a perda de mais clientes, a indústria ao invés de se querer adaptar para esse tipo de consumidores e produzir produtos de melhor qualidade, teria assim obrigatoriamente de engendrar uma forma de controlar o pensamento e consequentemente mentalidades dos consumidores, ao assustar as pessoas para a adopção de novos comportamentos de vida que sejam mais éticos, ecológicos e saudáveis.
A forma estratégica de o fazer seria obviamente manipular informação, estereotipar e ridicularizar determinados grupos, utilizar eufemismos e manipular palavras, apresentar inclusive estudos científicos falsos ou manipulados por médicos ou cientistas que trabalhassem para determinada empresa, falando positivamente do produto que a mesma vende (alguns dos casos mais flagrantes que poderemos observar são a indústria da carne, do tabaco, da biotecnologia, química, nuclear, etc). Assim apareceu o termo ortorexico que, parecendo uma teoria “inocente”, na realidade cumpre todas as funções acima descritas para desinformar e manipular os consumidores.
Apesar de alguns médicos e psicólogos de alguma forma e por alguma razão, apoiarem a teoria da ortorexia, pode-se dizer que felizmente a comunidade de medicina e psicologia/psiquiatria no geral, não apoia de forma alguma estas teorias e definições, sendo que grande parte discorda a 100% do que esses seus poucos colegas afirmam. É importante salientar que a ortorexia não é sequer uma doença oficialmente reconhecida por estas comunidades, precisamente por não ter qualquer base científica, não ter lógica, e estar repleto de incoerências.
Ao contrário do que a reportagem sobre a ortorexia indica, a esmagadora maioria das pessoas que se preocupam com ter uma alimentação saudável, na realidade têm obviamente o seu organismo mais fortalecido e assim, melhor saúde e condição física e mesmo mental (como os exemplos acima descritos), que a maioria das pessoas que não têm as mesmas preocupações e ingerem alimentos de má qualidade, além de em média viverem mais tempo, não terem certos tipos de doenças ou terem em muito menor percentagem, desde gripes (muitas pessoas não têm gripes desde que se tornaram vegetarianos) até casos mais extremos como os cancros, entre muitos outros exemplos.
Existem inclusivamente estudos recentes, que provam que em média, vegetarianos são mais inteligentes que pessoas omnívoras e que tenham poucos cuidados com a sua saúde.
Apoiado por factos científicos incontestáveis, poderá-se dizer que existiram e existem muitos milhões de vegetarianos (ovo-lacto-vegetarianos) e veganos (vegetarianos puros) que viveram e vivem décadas, com uma qualidade de saúde acima da média. Muitos atletas de alta competição e campeões do mundo nas mais variadas modalidades desportivas, como Carl Lewis que faz atletismo e é vegano, adoptam este tipo de alimentação saudável e atribuem mesmo as suas vitórias a esse estilo de vida, o que vai totalmente contra os ditos "factos" anunciados por quem apoia a teoria da ortorexia. Actualmente e só no Reino Unido, cerca de 4 milhões de pessoas são vegetarianas há anos, e naturalmente quase todas de boa saúde.
As pessoas que são contra o vegetarianismo porque afirmam que sem o consumo de carnes (de mamíferos, peixes, etc) uma pessoa ficaria gravemente doente e poderia morrer passado alguns meses, nunca quiseram e conseguiram explicar qualquer um dos factos acima descritos, de propósito evitam explicar para não cair em incoerência e por não quererem perceber que estão errados, ou quando o fazem, recorrem a falsos estudos científicos financiados ou adulterados por certos interesses económicos como as empresas… como se costuma dizer, “contra factos não existem argumentos”.É óbvio que há pessoas que são ou tentam ser, vegetarianas, mas que por estarem mal informadas, não sabendo fazer correctamente as coisas e não terem cuidados mínimos, podem ter algum problema de saúde, mas estes são casos muito raros.
Em termos estatísticos, a percentagem de pessoas vegetarianas que apresenta algum problema de saúde sério que advém do tipo de alimentação que têm, pode representar menos de 1%, enquanto pessoas omnívoras (que consomem carnes) e que não tenham bons cuidados com a sua alimentação, facilmente representam mais de 90%.
Nos EUA por exemplo, onde o consumo de carnes e fast food é alto, a maioria da população é obesa, dando origem a muitas doenças graves. Muitas são as entidades oficiais independentes, instituições públicas ou privadas, como a Organização Mundial de Saúde, associações de nutricionistas, a FAO (ONU), entre outras, que devido a novos estudos científicos que apareceram nos últimos anos, cada vez mais apoiam uma alimentação que consista muito mais à base de vegetais e que seja o mais natural e saudável possível.
Para concluir, pode-se dizer que quem se informar bem acerca do vegetarianismo e da alimentação biológica, natural e saudável, irá perceber sem sombra de dúvida, que as informações contidas nessa reportagem são um autêntico absurdo, repleto de desinformações, manipulações e falsidades. Saliente-se que existe um maior número de médicos e nutricionistas que concordam com o vegetarianismo e apoiam cada vez mais uma alimentação à base de vegetais e livre de químicos sintéticos.
Escrito por: P. Daniel 08 Dezembro 2007

6 comentários:

Alberta Manso disse...

Cara Amiga,
Sendo totalmente sincera, nem sequer sabia que este termo existia.
Também não assisti à reportagem de que fala e tenho imensa pena.
Contudo o seu post espicaçou-me a curiosidade e vou investigar, pode ter a certeza.
Quanto à questão da desinformação, já não me admira nada. Vou-me habituando, mas não aceito nem "engulo" tudo o que me dizem sem primeiro me informar devidamente. E será isso que irei fazer, pode estar certa.
Não nos podemos esquecer que quanto mais informada estiver a nossa população (e infelizmente esta porção da população ainda é quase ínfima porque para a maioria das pessoas este tipo de questões passa ao largo), maior é a sua exigência em termos de qualidade de vida e maior é a sua sensibilidade para analisar estas questões. Portanto não interessa e como tal deturpam a informação.
A Comunicação Social está controlada sob muitas vertentes: estado e grandes lobbies.
As vítimas somos todos nós com esta postura de desinteresse para com a vida humana, mas depois ainda têm a lata de transmitir reportagens culpando os hábitos alimentares da nossa população quando descobrem que a taxa de doenças oncológicas aumentou.

INCOMPREENSÍVEL, LAMENTÁVEL E INACEITÁVEL.

Dar-lhe-ei informações assim que considere oportuno.

Xi-coração
Alberta Manso

Maria Afonso Sancho disse...

Cara Alberta

Muito obrigada pela sua decisão de ajudar.
Até breve e outro xi-coração com coração
Maria

Curiosa disse...

Cara Maria,

Vi a reportagem da Sic que foca no seu comentário, por pouco que saiba de Ortorexia, não creio que seja a incluir nas Perturbações do Comportamento Alimentar, e também desconheço que esteja na agenda de alterações ao DSM.

Se me lembro (e não estou em erro)a Dra. Dulce Bouça referiu não haver estudos sobre a Ortorexia em Portugal, sendo que internacionalmente são poucos e que ainda não é perturbação reconhecida enquanto tal.

Parece-me que os sintomas descritos na reportagem como sendo (erradamente) de Ortorexia se encaixariam em "Perturbações do comportamento alimentar sem outra especificação".
Fora deste grupo, e segundo o que foi exposto na reportagem, apontaria para uma perturbação obsessivo- compulsiva, e não do comportamento alimentar, apesar de ser uma obsessão intimamente ligada à alimentação - não a Ortorexia, mas sim os sintomas que lhe foram atibuídos.

O apelo a uma alimentação mais saudável é frequente, por todos os beneficios que lhe advem, pelo que também considero que esta reportagem é enganadora.

Como já referiu a Alberta, teremos todo o prazer em colaborar consigo.

Um grande abraço.

Anónimo disse...

L’orthorexie (du grec orthos, correct, et orexis, appétit) est pris au même titre que l’anorexie et la boulimie, comme un trouble du comportement alimentaire caractérisé par une fixation sur l’ingestion d’une nourriture saine. Le Dr Steve Bratman fut le premier à parler de l’orthorexie, en 1997. La "maladie" n’est pas acceptée par la communauté pychologique, le mot est considéré pseudo-scientifique. Le concept n’est soutenu par aucune recherche. Il n’est pas accepté dans les classifications internationales et il ne possède pas de code ICD. Le concept est critisé pour pathologiser arbitrairement des habitudes de consommations diverses. Plus précaire, ce concept peut pathologiser les gens qui luttent contre les ingrédients malsains dans les produits alimentaires.

Anónimo disse...

http://fr.wikipedia.org/wiki/Orthorexie

silvio disse...

Maria, ja ouvi isso no telejornal,
comparavam isso com a anorexia, mas seriam pessoas que tinham "paranoia" por alimentos saudaveis e nao comiam quase nada, etc.
eu acho que, se a situaçao for levada radicalmente é doença, se a pessoa deixar de comer quase tudo e emagrecer, pondo em risco a sua vida, e se apenas conviver com quem se alimente de modo igual, etc, é já doença psicologica.
mas se a pessoa se alimentar bem, nao é doença.
tudo é uma questão de equilíbrio.
água é saudavel, mas se bebermos em excesso ja é prejudicial..

agora vos digo, segundo a OMS (organizaçao mundial de saúde) a doen ça do séc XXI é a:
Depressão