sexta-feira, 19 de agosto de 2005

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É uma entrevista da responsabilidade de Nilza Sena.









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Vantagens da alimentação vegetariana

Existem muitas dúvidas e mitos sobre a dieta vegetariana. Alguns achariam impensável deixar de comer deliciosas iguarias cozinhadas com produtos de origem animal e outros nem querem vê-las.

Mas, afinal, quem tem razão?

Há registos de alimentação vegetariana datados de 600 anos antes de Cristo. Todavia, é possível que a sua origem seja muito anterior, talvez contemporânea do Homo sapiens.

Se nos debruçarmos sobre a origem etimológica do termo vegetarianismo, ficamos a saber que vem do latim vegetare, que significa dar vida, e que a expressão Homo vegetus quer significar homem saudável e vigoroso.

Há vários argumentos para justificar a opção por uma alimentação vegetariana e não chega dizer que personalidades como Jesus, Buda, Pitágoras, Platão, Sócrates, Newton, Voltaire, Leonardo da Vinci, Beethoven, Darwin, Mahatma Gandhi, Rousseau, Pascal, Tolstoi, Einstein, entre outros, eram vegetarianos. A interrogação persiste: que benefícios pode trazer este regime alimentar?

«As substâncias que constituem o nosso corpo são fornecidas pelo sangue que, por sua vez, as retira dos alimentos que ingerimos. A partir daí, chegamos à conclusão de que somos aquilo que comemos», afirma a naturóloga com especialização em Nutrição Dr.ª Maria Afonso Sancho.

Tornou-se corrente pensar que a ausência de carne na alimentação humana acarreta carências de proteína. Contudo, sabe-se hoje que a causa da maioria das doenças é precisamente o excesso do seu consumo.

«Os alimentos utilizados numa dieta vegetariana equilibrada são, na sua maioria, alimentos com maior vitalidade, isentos de toxinas, antibióticos e hormonas que são pródigas na dieta dita omnívora», refere a naturóloga.

Para se seguir uma alimentação vegetariana, depois de muitos anos a comer mediante um regime tradicional, é importante saber seleccionar os alimentos e conhecer minimamente as suas características nutritivas.

«Não há qualquer risco em ser vegetariano, mas quem quer iniciar esse regime ou mantê-lo por muito tempo deve consultar um especialista que o ensine a compensar de forma equilibrada a ausência de carne e peixe e a fazer combinações alimentares saudáveis.

A forma como se cozinha torna-se ainda mais importante. Por exemplo, as leguminosas devem ser cozinhadas com algas, não só porque ajudam a eliminar toxinas, mas também porque são ricas em oligoelementos e tornam as proteínas assimiláveis de maneira mais equilibrada», explica a especialista.

Existem várias classificações alimentares, mas regra geral podemos dividir os alimentos da seguinte forma:

– Plásticos ou construtivos, se contribuem para a formação ou renovação dos tecidos, como por exemplo os alimentos ricos em albuminas ou proteínas como os ovos, o leite, o queijo, as leguminosas e as frutas oleaginosas;

– Energéticos, que são geradores de energia e calor e que estão representados essencialmente pelos hidratos de carbono, pelas gorduras naturais e por algumas frutas;

– Mineralizantes, que são aqueles alimentos que contêm grande quantidade de sais minerais naturais e assimiláveis, que ajudam a restaurar os tecidos e o fluxo sanguíneo, sendo indispensáveis à nutrição e crescimento, encontrando-se sobretudo nos vegetais, nas frutas, nas hortaliças, nos cereais e em alguns derivados animais como o leite e as gemas de ovos;

– Vitaminas, que são substâncias de importância capital na alimentação e se encontram sobretudo nos alimentos frescos e crus (frutas e hortaliças), nos cereais e farinhas integrais, no leite, nos ovos, no queijo e no mel.

É claro que a dieta vegetariana equilibrada deve conter alimentos destas quatros categorias, mas em quantidade pré-estabelecida, já que «a ideia é elevar a vitalidade do organismo, permitindo um menor trabalho na digestão, reabsorção do maior número de propriedades alimentícias e optimização da energia.

Existem outras classificações, como aquela em que os alimentos são classificados como sendo yin ou yang. Nesse caso, a ideia passa por manter um equilíbrio dinâmico dos dois factores», observa Maria Afonso Sancho.




A responsabilidade editorial e científica desta informação é da

2 comentários:

Paulo Silva disse...

Olá!

O vegetarianismo já existe há muito mais de 600 a.C. ...

Muito prazer em conhecer-te, reparei que és vegetariana, correcto? e adorava
adicionar o teu blog á minha lista de amigos :)

se ouver algum incoveniente é só dizer que eu passo a retirar o teu blog.

Beijocas!!


http://vegblogpt.blogspot.com/

Anónimo disse...

Caro Paulo

Tenho muito gosto que linkes para aqui. Eu logo que possa faço o mesmo para ti que hoje estou cheia de pressa.
Saudações de Harmonia Cósmica
Maria Afonso Sancho